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Economia e Vida
Estimados Paroquianos e
paroquianas, um forte abraço em Cristo Jesus, nosso Salvador.
Esta
pequena reflexão fundamentada na Palavra de Deus e na Campanha
da Fraternidade deste Ano que tem como Tema: Economia e Vida e o
Lema: Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mt 6,24).
Escrevo para o
Site da Nossa Paróquia Bom Jesus dos Aflitos e para a Revista da
Nossa Comunidade Carismática Raboni de Maria. Destacando que
neste ano a Campanha da Fraternidade é ecumênica, ou seja, além
de nossa Igreja Católica participam da campanha as seguintes
Igrejas Cristãs: Igreja Evangélica de Confissão Luterana do
Brasil, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja
Presbiteriana Unida do Brasil, Igreja Sírian Ortodoxa de
Antioquia.
Daí a César o que é
de César e a Deus o que é de Deus.
Podemos inicialmente
dizer que praticamente desde o início da humanidade as relações
de troca de mercadorias sempre existiram, ou seja, no comércio
primitivo, não havia moedas ou notas em dinheiro, mas aconteciam
troca de serviços e troca de mercadorias. Partindo deste
princípio o ser humano pra sobreviver buscava soluções recursos
que vinham da sua força de trabalho. Com o surgimento das
cidades, ou seja o aumento da população, as relações comerciais
aumentaram, e para dar agilidade as trocas comerciais foram
criadas moedas , ou seja o dinheiro.
O
Dinheiro passou a ser a ambição do ser humano, quanto mais
dinheiro mais poder de troca e compra e venda a pessoa tem em
suas mãos. Dá-se inicio assim a exploração do ser humano, as
dominações de países ricos sobre os pobres, surgem a fome e a
miséria no mundo. Tudo devido a ganância do ser humano que
começa a acumular o dinheiro, começa a concentrar a riqueza da
humanidade.
Todos
nós precisamos de dinheiro pra comprar alimentos, pagar as
contas de água, luz, internet, colocar gasolina no tanque do
carro, para viajar, para ajudar alguém necessitado, para
colaborar com as obras evangelizadoras da nossa igreja, a
própria missão da igreja precisa de recursos financeiros para a
evangelização dos povos.
A
grande questão-pergunta que devemos fazer é: Como eu vivo a
minha vida de filho ou filha de Deus com a realidade do
dinheiro?
Se
alguém nos pergunta: quem quer dinheiro? Obviamente vamos
responder em nossa grande maioria: Eu quero. Ou ainda muitos de
nós somos tentados a fazer uma “fezinha” na megasena, nas
loterias, ou até no jogo do bicho, que até não é legalizado pelo
governo, e assim em tantas outras formas e maneiras para se
conseguirmos um dinheirinho a mais para nosso orçamento e nosso
bem estar.
Não
vamos ser hipócritas, falsos e dizer que, pelos menos de alguma
maneira ou outra, o dinheiro não nos seduz para a tentação do
poder, do ter, do prazer, do prestígio social. Numa sociedade
que bem sabemos quem manda ou governa é o poder econômico somos
tentados todo dia a seguir este caminho de ambição e idolatria.
Neste mundo na qual o centro é o dinheiro é a vida econômica
vivemos nós, cristãos católicos, com a árdua missão de mostrar
às pessoas que é possível um mundo de amor e de partilha.
No mundo em que
vivemos o mais poderoso é aquele que tem dinheiro, pois até a
política depende da economia. O poder econômico dita as regras
da vida política do mundo, mas nem por isso vamos deixar de
acreditar no maior poder de todos: o serviço a Deus. Maior é
aquele que serve, Jesus nos deu o exemplo para que façamos o
mesmo.
Este
tipo de mundo de sociedade, fundamentada no dinheiro nos ensina
a sermos individualistas, egoístas, avarentos, ambiciosos, frios
nos relacionamentos humanos e insensíveis com o ser humano.
Neste tipo de sociedade a sensibilidade das pessoas está no
bolso e não no coração.
Por
isso, diante desta realidade de ambição, o cristão é convidado a
acumular tesouros no céu, e não na terra, onde as traças e os
vermes arruínam tudo e onde os ladrões arrombam as paredes para
roubar. (Mt 6,19-20)
Em
contra partida a tudo isso, a palavra de Deus nos ensina a
separar as coisas, a servir a Deus em primeiro lugar. Buscai o
reino de Deus e tudo o mais vos será acrescentado nos garante
nosso Senhor Jesus Cristo.
Servir
a Deus e não ao dinheiro significa dizer que o poder que nós
acreditamos é o poder do amor, da caridade da solidariedade, e
no poder serviço, ou seja, a pessoa se doa inteiramente na
gratuidade ao serviço do Reino de Deus. O dinheiro e os bens ou
coisas materiais serão sempre meios de sobrevivência, meios
inclusive para a própria missão da igreja, mas nunca nosso
objetivo último, nunca nosso ponto de chegada.
Nosso
objetivo final é a vida eterna junto de Deus. O dinheiro não
será num um senhor, um deus na vida de quem verdadeiramente
serve a Deus.
O jovem rico e o
filho pródigo.
Duas outras
passagens bíblicas, ente tantas outras, nos ilustram bem e nos
mostram claramente o que é servir a Deus ou ao dinheiro.
O jovem
rico fica triste ao saber de Jesus que para herdar a
vida eterna ele teria que vender todos os seus bens é dá-los aos
pobres. Diante desta afirmação ela vai embora triste, pois sua
vida era totalmente apegada aos bens materiais, seu amor eram as
riquezas materiais e não Deus.
Esta é a
realidade de muitas pessoas de nossa sociedade que não partilhar
suas riquezas, não ajudam os pobres, só pensar no dinheiro, nos
bens materiais, podem até falar em caridade, mas não ajudam não
se envolvem na luta por um mundo mais humano e fraterno, não
querem nem saber de solidariedade e de partilha.
O filho
pródigo quer a parte dele da herança e vai para terras
distantes onde gasta seus bens nos valores mundanos da
prostituição e da idolatria do dinheiro e isto faz com que ele
chegue ao “fundo do poço”, ou seja, acabado, destruído, sem
amigos, os únicos companheiros são os animais.
Esta também é a
realidade de muitos que confiam mais no dinheiro do que em Deus,
confiam na segurança dos bens materiais mais do que na segurança
Divina. Não só de pão vive o ser humano, mas de toda a palavra
que procede da boca de Deus.
A Palavra de
Deus, portanto nos ensina a importância do desapego das coisas
terrenas e o desejo das realidades celestiais.
Com Deus e com ou sem dinheiro
Com Deus eu realizo a partilha do dinheiro através de doações,
esmolas, dízimo e campanhas.
Com Deus eu colaboro nas missões da igreja, na evangelização e na
solidariedade cristã.
Com Deus o dinheiro é meio de evangelização, ou seja, é apenas um
recurso a mais no anúncio do Reino de Deus.
Com Deus posso até ficar sem dinheiro, mas tenho a riqueza de seu
infinito amor, de sua misericórdia e a caridade de meus irmão e
irmãs.
Um abraço fraterno
do amigo em Cristo, Pe. Leomar Deon,SDS.

Fortaleza e Belém
Fortaleza, cidade luz e terra do Sol.
Belém,
na manjedoura nasceu o menino luz.
Fortaleza, teu litoral é um grande lençol.
Belém,
envolto num lençol, nasceu o sol da justiça, Cristo Jesus.
Fortaleza é um Dom do Espírito Santo
Belém
significa a casa do Pão.
Fortaleza tem o forte da Assunção.
Belém é
que enxuga todo pranto.
Fortaleza é beleza e brilho de Deus.
Belém
nasceu o pão da Eucaristia.
Fortaleza é igreja povo, por isso, queremos Deus.
Belém é
Deus Conosco, nasceu o Filho de Maria.
Fortaleza, Paróquia Bom Jesus dos Aflitos.
Belém,
terra do Menino Jesus, Divino Salvador.
Fortaleza, em Jesus mantém os olhos fitos.
Belém,
Epifania, Manifestação de que Deus é Amor.
Fortaleza com Jesus contra toda maré.
Belém,
divindade e realeza do príncipe da Paz, Cristo Rei.
Fortaleza acolhe a Sagrada Família de Nazaré.
Belém,
ouro, incenso e mirra ofereceram os Santos Reis.

Um Feliz Natal. Um abraço fraterno e
Salvatoriano,
Pe. Leomar Deon,SDS. Natal. 2009
Paróquia Bom Jesus dos
Aflitos
Fortaleza-CE

Pão e Vinho = Santa Ceia.

Corpo e
Sangue = Mistério Pascal.

Pe. Leomar Deon, SDS
Texto
da Homilia de Corpus Christi para o Livro Tombo da Paróquia Bom
Jesus dos Aflitos. Fortaleza, CE 11 de junho de 2009.
Homilia de Corpus Christi
Pe. Leomar Deon,SDS
Estimados Paroquianos e
Paroquianas, Sacerdotes PP Justino, Sydney, Mauri, Carlos,
Ambrósio, religiosos e religiosas, seminaristas, vocacionados,
leigos e leigas, Paroquianos e Paroquianas de nossa querida
paróquia Bom Jesus dos Aflitos. Neste dia da Solenidade do
Corpo e do Sangue de Jesus gostaria de deixar uma
mensagem de unidade e paz. A Eucaristia é o próprio mistério
pascal de Jesus Cristo, a prova eterna de seu incondicional amor
com cada um de nós.
Muitas são as
motivações neste mês de junho para nossa Igreja Católica. Ao
final do mês de Junho estamos concluindo o Ano Paulino
dedicado ao Apóstolo das nações: São Paulo, que após sua
conversão se tornou um incansável discípulo missionário de Jesus
Cristo.
Nós, Salvatorianos
estamos concluindo o ano de nosso venerável fundador Pe.
Francisco Maria da Cruz Jordan em missa a ser celebrada
na Igreja Matriz no dia 16 de junho às 19:00 h.
Mês de junho no nordeste é
sinônimo de alegria, festa e muito forró. Mês de Santo Antônio,
São João Batista e São Pedro que com alegria o Povo canta e se
diverte em família numa grande fraternidade de partilha e amor.
No dia primeiro de
junho celebramos o Dia de São Justino, que nos lembra o nome do
Pe. Justino que veio substituir o Pe. Aurélio nas comunidades de
Santa Cruz do Itapery e Vila Betânia, praticamente iniciadas com
o Pe. Marcelino Aldo Zanela, e que este ano com o rodízio de
sacerdotes nas celebrações dominicais a unidade paroquial
fica ainda mais fortalecida.
No último domingo
celebramos a Solenidade da Santíssima Trindade em
quem fomos Batizados e ganhamos de Deus a filiação Divina.
No dia 08 de junho
celebramos na liturgia o Diácono Efrém, na qual lembro aqui a
ordenação Diaconal do Irmão Religioso Salvatoriano Ademar Cason
(Maninho) a ser realizada no dia 27 de junho na comunidade São
Judas Tadeu da Vila Pery às 18:00h.
No dia 19 de Junho dia
da Fundação da Província Salvatoriana Brasileira e
principalmente na liturgia dia da Solenidade do Sagrado
Coração de Jesus a Igreja Católica inicia o Ano
Sacerdotal de oração pela fidelidade dos Padres. Rezemos
unidos.
No dia 20 de junho
celebraremos o Imaculado Coração de Maria, o
tabernáculo (sacrário) vivo que acolheu no seu ventre o Salvador
da humanidade: Jesus Cristo.
Nos dias 21 de junho
lembramos São Luis Gonzaga e no dia 09 de junho o Beato
Anchieta, ambos os Jesuítas que pregaram a palavra de Deus, e
que em nossa paróquia outros Jesuítas também evangelizaram
nestas terras inicialmente dos indígenas.
Não podemos
esquecer o Ano catequético, pois a catequese bem
realizada, organizada e interativa com as famílias é certeza de
solidez da fé em nossas futuras famílias cristãs.
Nossa paróquia Bom
Jesus dos Aflitos deve buscar sempre um modelo de paróquia como
rede de comunidades, mantendo sua tradição de fé e
a religiosidade do povo, sempre modernizada e descentralizada,
onde todas as comunidades comungam dos mesmos direitos e
deveres.
Estimados Irmãos e
Irmãs, para manter a tradição de fé é importante que não se mude
a festa do Padroeiro Principal Bom Jesus dos Aflitos, pois
ficar mudando a novena do padroeiro atrasa a vivência de fé e
atrapalha a caminha espiritual do povo de Deus. Nós
temos um dia dedicado ao Padroeiro e este dia é o dia
Primeiro de Janeiro de cada ano. Muitos pensam assim:
ah, mas muitos estão de férias, muitos estão na praia, e eu
digo: que bom, que desfrutem do merecido descanso divino; outros
dizem o comércio de fim de ano atrapalha, e eu digo: isto é se
render ao profano e não celebrar o sagrado. Por isso eu lembro
de que muitos católicos de nossa paróquia ficam aqui por isso
deve-se celebrar com fé sempre a data certa de nosso Padroeiro.
A liturgia da festa do nosso padroeiro tem história e tradição
dos indígenas, dos caboclos, dos portugueses, brasileiros e
principalmente dos brasileiros cearenses.
A paróquia como rede
de comunidades favorece a intercomunhão entre as comunidades na
troca de experiências no incentivo e ajuda mútua a no
aprendizado solidário de tudo que envolve a vida
comunitária paroquial.
Neste sentido destaco
nesta minha mensagem a boa acolhida que nossas comunidades,
pastorais e movimentos estão fazendo para nossa linda e
maravilhosa juventude, pois o brilho da evangelização
juvenil nos lembra a luz do Jovem Galileu, Jesus Cristo
anunciando o Reino de Deus a todas as pessoas.
Nesta festa da unidade
paroquial, precisamos ter a consciência do que sempre nos
pediram a diretrizes da ação evangelizadora do Brasil a través
da CNBB e ultimamente do Documento de Aparecida, e para nós
Salvatorianos através da Comissão do Apostolado Salvatoriano de
que nas paróquias aconteçam as Assembléias Paróquias.
Não se trata aqui de buscar culpados ou inocentes, mas faz
mais de 15 anos que na nossa paróquia não acontece uma
assembléia paroquial. Por que será? Troca constante de
párocos? Faz muito tempo que um pároco não completa ao menos
um Triênio, ou seja, ao menos três anos enquanto Pároco.
Mais precisamente desde 1994. Ou seria devido à falta de um
maior envolvimento das lideranças pastorais? Falta de
compromisso de todos com o Reino de Deus?
Irmãos e Irmãs são
questionamentos que cada um de nós pode levar para refletir em
seu coração e pedindo que cada vez mais O Senhor da Messe, O Bom
Pastor nos faça cada fez mais instrumentos de sua paz do seu
amor, da sua misericórdia, da sua doação, da sua partilha, do
seu evangelho e do seu Reino de Justiça e de Paz. Amém.
Louvado Seja Nosso Senhor Jesus
Cristo.
Para Sempre Seja Louvado.
Anexo Também para o Livro
Tombo:
No momento das preces dos fies
apresentei para a comunidade paroquial os primeiros Ministros
Extraordinários da Palavra (MEPS), os quais foram
capacitados pela Região Episcopal II de Fortaleza, CE. São Eles:
ANTONIO CAÇULA ROCHA JÚNIOR, JETHRO LUIS BEZERRA
PINTO, JOÃO JOSÉ TORRES MAIA, JORGE LUIS DUARTE DE
MENEZES, JOSÉ IVAN LESSA DE ALMEIDA, MARIA CAVALCANTE
ALVES, PAULO EXPEDITO MENDONÇA, VERA LÚCIA
OLIVEIRA PONTES.
A tarefa
específica do Ministério Extraordinário da Palavra consiste em
presidir a celebração da Palavra, anunciar e pregar a Palavra de
Deus na igreja ou capela da comunidade, sempre que lhe couber.
Em outra prece
comunitária apresentei a
Primeira Coordenação da Pastoral Paroquial dos Coroinhas
para se fazer um trabalho unificado na formação e
espiritualidade dos coroinhas.
Finalmente comuniquei a
autorização do Bispo Arquidiocesano Dom José para a
Conservação da Santíssima Eucaristia na Comunidade Santo
Expedito e na casa de Oração do Movimento Legião de Maria.
Um abraço fraterno e
Salvatoriano do Amigo em Cristo.
Pe. Leomar Deon,SDS.
Fortaleza, CE 11 de Junho de
2009.
Uma
Feliz e Santa Páscoa
Por
Causa de Jesus 33 vezes

Ou seja,
Sempre por Causa de Jesus.
1) Por causa de Jesus, nós
nascemos na vida nova do batismo.
2) Por causa de Jesus, nós
contribuímos com o dízimo.
3) Por causa de Jesus, nós
rezamos a oração do Pai Nosso.
4) Por causa de Jesus, nós
rezamos pelos inimigos.
5) Por causa de Jesus, nós
perdoamos a quem nos ofendeu.
6) Por causa de Jesus, nós somos
batizados na Santíssima Trindade.
7) Por causa de Jesus, nós
partilhamos o pão e o peixe.
8) Por causa de Jesus, nós amamos
idosos, crianças, pobres e enfermos.
9) Por causa de Jesus, nós somos
discípulos missionários.
10) Por causa de Jesus, nós
dizemos sim a sua palavra evangélica.
11) Por causa de Jesus, nós
acreditamos na Ressurreição.
12) Por causa de Jesus, nós
renunciamos a nós mesmos.
13) Por causa de Jesus, nós
carregamos a nossa cruz.
14) Por causa de Jesus, nós
promovemos a justiça e a paz.
15) Por causa de Jesus, nós somos
perseguidos, injuriados e caluniados.
16) Por causa de Jesus, nós somos
misericordiosos e temos compaixão.
17) Por causa de Jesus, nós somos
consolados nas nossas aflições.
18) Por causa de Jesus, nós
acreditamos na vida eterna e na Glória de Deus.
19) Por causa de Jesus, nós temos
fé, esperança e amor.
20) Por causa de Jesus, nós
defendemos a vida do início ao seu fim natural.
21) Por causa de Jesus, nós temos
o Espírito Santo de Deus.
22) Por causa de Jesus, nós
acreditamos em Deus, criador do universo.
23) Por causa de Jesus, nós
rezamos o Santo Rosário.
24) Por causa de Jesus, nós
acreditamos em Nossa Senhora, Mãe de Jesus.
25) Por causa de Jesus, nós
pedimos ajuda à Maria Santíssima.
26) Por causa de Jesus, nós
participamos da Igreja Católica.
27) Por causa de Jesus, nós
ajudamos nas pastorais e movimentos da Igreja.
28) Por causa de Jesus, nós
participamos da Santa Missa Dominical.
29) Por causa de Jesus, nós
vivemos os dez mandamentos da lei de Deus.
30) Por causa de Jesus, nós
vivenciamos os cinco mandamentos da Igreja.
31) Por causa de Jesus, nós
acreditamos nos Sete Sacramentos.
32) Por causa de Jesus, nós somos
sal da terra e luz do mundo.
33) Por causa de Jesus, nós somos
capazes de dar a nossa vida pelo Reino de Deus.
Uma Feliz
e Santa Páscoa na alegria do Divino Salvador.
Um abraço Salvatoriano e Fraterno
do amigo em Cristo,
Páscoa
2009.
Pe.
Leomar Deon,SDS.
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